terça-feira, setembro 30, 2014

Devoção




Sinto que este amor que me apetece,
Como incenso e aromas de um altar;
Vem cingido com candura e enternece,
Com carinhos, a minh’alma embalar!

Mas sinto que esta alma desprendida,
Maravilha sacrossanta das quimeras;
Traz enlevos que adoçam minha vida,
Com amor de outras lindas primaveras!

Sinto tua graça e uma paz consoladora,
Nos ocasos do amor, e com as ternuras,
Entre as ânsias de uma prece acolhedora...

Pois às vezes em minh'alma aparece,
Sentimentos infinitos, radiantes,
Deste amor que idolatro e enternece...

segunda-feira, setembro 29, 2014

Bolachas de Barro



É incrível o tanto de falácias e insanidades dita por gente que QUEREM NOS REPRESENTAR.... POR QUE A SENHORA DILMA NO PLENÁRIO DA ONU, NÃO APROVEITOU A OPORTUNIDADE PARA BOTAR O DEDO NA FERIDA DAS NAÇÕES MAIS RICAS E NÃO CONCLAMOU O MUNDO PARA (ALÉM DE BUSCAR A PAZ), AJUDAR O POVO HAITIANO, UM DOS PAÍSES MAIS POBRE DO MUNDO , A ERGUER SUA ECONOMIA, INVESTINDO PESADO EM CONSTRUÇÕES, MORADIAS, SANEAMENTO E OUTRAS OBRAS IMPORTANTES? 

É ASSIM: PESSOAS ERRADAS NO LUGAR CERTO, PERDEM A OPORTUNIDADE DE FAZER O BEM A QUEM MAIS PRECISA. SABER QUE MULHERES ESTÃO FAZENDO BOLACHA COM BARRO EM SEU INGREDIENTE É DEPRIMENTE E ASSUSTADOR...

sábado, setembro 27, 2014

O Amor não se explica


Antes do tudo vem o nada, depois do nada vem o tudo, mas entre o tudo e o nada e entre o nada e o tudo, existe o amor, que não vemos, porém ele está presente. O amor não se explica, apenas se sente.

quinta-feira, setembro 25, 2014

Viver é Mágico!


"Por que viver é mágico? Existem manhãs, quando ao abrirmos a janela, a impressão é de que aquele dia maravilhoso está nos esperando"

O PODER DE DEUS



" Quando o mundo fecha uma porta, Deus abre uma janela. Quando o mundo fecha as portas e as janelas, Deus derruba as paredes."




UM BOM DIA A TODOS OS AMIGOS LEITORES, OBRIGADO POR VOSSA PRESENÇA NO VOZES DE MINHA ALMA!

sábado, setembro 20, 2014

quarta-feira, setembro 17, 2014

Libertação dos Véus


Há almas presas, doridas, encarceradas,
Que destas cadeias, fitam a imensidão,
Cantam a triste sina cruel, aprisionadas;
Nuvens angustiadas, retidas nesta prisão!

Almas vibrantes gorjeiam ora inquietas,
São sinfonias plangentes, mas delicadas.
Almas tristonhas e tantas almas desertas;
Nesta clausura, dormentes e desgraçadas!

Já libertas revoam para outros mundos.
São doces anseios que dentro da alma vão,
Para os céus, risonhos, lindos, fecundos!

São livres agora, revoam na imensidão!
São livres agora no mais sublime além,
Livres hão de voar e levam meu coração!