terça-feira, fevereiro 01, 2011

Minha Morada

Tu és minha doce e sublime morada...
Que minha vida amarga, sem doçura
Anseia-te, como a flor mais desejada
Escondida, em lampejos de ternura

Tu, que dorme na sublime luz bondosa
Onde a paz, do amor que te enaltece
Sãos encantos e perfume de uma rosa
Que na alma, ansiosa, lhe enternece

Do amor, entre amores florescidos
De soturnos, e silente aconchego
Vai ao seio, de uma paz misteriosa...

Minha vida, feito sombra passageira
Que o tempo, arrebata e atormenta
Torna em cinzas o amor dessa caveira

2 comentários:

Sonhadora disse...

Meu querido

Sem palavras...deixo-te um beijinho carinhoso.

Sonhadora

Poetisa da Paz disse...

Olá Antonio!
Passando e conhecendo seu trabalho,gostei do soneto, rimas perfeitas...muito bem construído! Parabéns!Abçs!