Tu és minha doce e sublime morada...
Que minha vida amarga, sem doçura
Anseia-te, como a flor mais desejada
Escondida, em lampejos de ternura
Tu, que dorme na sublime luz bondosa
Onde a paz, do amor que te enaltece
Sãos encantos e perfume de uma rosa
Que na alma, ansiosa, lhe enternece
Do amor, entre amores florescidos
De soturnos, e silente aconchego
Vai ao seio, de uma paz misteriosa...
Minha vida, feito sombra passageira
Que o tempo, arrebata e atormenta
Torna em cinzas o amor dessa caveira
2 comentários:
Meu querido
Sem palavras...deixo-te um beijinho carinhoso.
Sonhadora
Olá Antonio!
Passando e conhecendo seu trabalho,gostei do soneto, rimas perfeitas...muito bem construído! Parabéns!Abçs!
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