sábado, abril 30, 2011

Alma Aflita

Uma alma aflita sem rumo, sem direção,
Sofre angustiada pelo amor dilacerado...
Em seus sonhos, resta amor e afeição,
Em seus sonhos resta o amor alucinado...

Tão bendita como a graça do amaranto,
Dos perfumes, dos aromas, das purezas...
Tem na graça, o perfume e um encanto,
Têm no amor agraciado as singelezas...

De sua alma vertem sonhos de amor
Verte o aroma perfumoso puro e casto,
Mais sublime que a beleza de uma flor...

Outra alma verte amores e, entre tantos
Com as flores, com os sonhos, e os beijos
Vai vivendo no silencio de seus prantos...