sexta-feira, maio 13, 2011

Ecos do Infinito


Vejo-te doce alma, triste e desolada
Excelsa, doce, do amor transcendente...
Cantando em letra graciosa adornada
As tuas saudades, tristonha plangente...

Não sei por que, vejo-te pelas brumas
Além do oceano, das terras distantes...
Nas ondulações de espessas escumas
Vejo-te adornada, mais linda que antes...

É sentimento que provém ao largo
Em meu coração, do afeto que sinto
Nas inspirações que hoje vos trago...

São as solenes harpas que entoam
Saudades de um amor transcendente
Nestas tristezas que os mares ecoam...