domingo, dezembro 02, 2012

Deleite do Amor

Quando adentrares ao profundo do nosso amor, estejamos certos de que a união dos nossos corpos culminará no êxtase das nossas almas.
Isso será um deleite celestial, a união do divino com o humano, uma apoteose entre o céu e a terra, culminando em luz.


Esta graça que acende o fogo da paixão,
É um êxtase para a alma!
Esta afinidade e esta sintonia
Com esta tua sedução
É o ápice do que tanto queria...

Teu poema adentra n'alma e seduz,
No corpo aguça o paladar e os desejos,
Pois na superfície da tua pele;
No calor gostoso do teu corpo,
O poeta procura afundar-se
Em loucuras e doces ensejos...

E em sutis preliminares
Onde pulsa um coração avassalador
O prazer poderá nos levar 
Ao paraíso de uma mítica Xanadú.

Para viver e a gozar nos limites do céu
E em tua boca adocicada feito o mel
E nos beijos ardentes dos teus lábios
Será o gosto da tua carne e do teu sangue
A saciar a fome e apaziguar este ser.

Mas ainda em teus seios
Frutos maduros
Quais frutos tropicais
Mansamente esta mão tocará
E os reterá divinamente.
E por entre os lençóis será então,
O mais doce prazer...
Deleite do Amor!