quarta-feira, março 27, 2013

Travessia para Liberdade


Foi um dia, em que meu corpo dilacerado
Com a alma palpitante com os desalentos
Trazia tristezas dos ais de um amargurado
Trazia os soluços, as dores e os tormentos

Foram os suplícios nas dores que amarguei,
De palpitações e avassaladores sentimentos
Dos tormentos e das lágrimas que derramei,
Das ânsias nascidas, dos meus sofrimentos!


Mas nos acordes das luzes angélicas, radiantes
Trago no coração as marcas de outrora; dantes
E as preces insondáveis de tu’alma a murmurar
Não é, no entanto, em final de morte horrenda
E tão atroz e derradeira; tão gélida e tremenda
Que na dor das despedidas o Amor há de findar!