quarta-feira, setembro 17, 2014

Libertação dos Véus


Há almas presas, doridas, encarceradas,
Que destas cadeias, fitam a imensidão,
Cantam a triste sina cruel, aprisionadas;
Nuvens angustiadas, retidas nesta prisão!

Almas vibrantes gorjeiam ora inquietas,
São sinfonias plangentes, mas delicadas.
Almas tristonhas e tantas almas desertas;
Nesta clausura, dormentes e desgraçadas!

Já libertas revoam para outros mundos.
São doces anseios que dentro da alma vão,
Para os céus, risonhos, lindos, fecundos!

São livres agora, revoam na imensidão!
São livres agora no mais sublime além,
Livres hão de voar e levam meu coração!

4 comentários:

vendedor de ilusão disse...

Olá caro amigo!
Com muita satisfação, venho lhe convidar para o 2° Prosas Poéticas – veja notícia no blog e saiba do regulamento. Desnecessário seria dizer que a vossa participação será motivo de muita honra.
Deixando o meu abraço, enfatizo que lhe espero para engrandecer, como já o fizeste, o evento com uma das suas magníficas criações poéticas.

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Caro amigo

Às vezes as palavras
se escondem em nossas vidas.
Então,
saímos em busca de inspiração
nos lugares onde a amizade
se faz preciosa,
(lugares como este)
pois são os amigos
que guardam as melhores
palavras de nossa vida,
para nos devolver e inspirar
quando estivermos distantes
de nós mesmos...

Obrigado por sua generosa amizade...

Ange disse...

"Quem não aparece, esquece", diz o provérbio. Nen sempre tais provérbio sao um fato. Não importa o tempo que passou, não importa as tempestades. Os pássaros sempre vão lembrar que tem asas..e aqueles entes queridos sempre vão permanecer nas lembranças. Lembranças e saudades amigo Meu eterno carinho. Ange.

LUCONI MARCIA MARIA disse...

Meu amigo você voltou, há praticamente um ano a tua casinha ansiava pelos teus belos quadros poéticos, hoje quando mais uma vez bati a tua porta abri um sorrisão a casinha havia sido aberta e eu vou matar a saudades, vou ler os três que já estão postados.

Que você fique e continue a saciar a nossa sede de belezas poéticas, abraços Luconi